Fui Ser Feliz

Toda Felicidade Deve ser Compartilhada

1 nota

Life is too short to tolerate

You don’t have to settle, it’s simply a choice you make every day.  If you feel like you’re running in place there’s a good chance you’re tolerating things you shouldn’t be.  It’s time to reclaim your life.

Starting now, stop tolerating…

  1. People who bring you down. – Relationships should help you, not hurt you.  Spend time with nice people who are smart, driven and likeminded.
  2. A work environment or career field you hate. – Don’t settle on the first or second career field you dabble in.  Keep searching.  Eventually you will find work you love to do.  If you catch yourself working hard and loving every minute of it, don’t stop.  You’re on to something big.  Because hard work ain’t hard when you concentrate on your passions.
  3. Your own negativity. – Be aware of your mental self-talk.  We all talk silently to ourselves in our heads, but we aren’t always conscious of what we’re saying or how it’s affecting us.  Start listening to your thoughts.  If you hear negative thoughts, stop and replace them with positive thoughts.
  4. Unnecessary miscommunication. – Say what you mean.  Mean what you say.  Speak clearly.  Ask questions.  Clarify things until you understand them.
  5. A disorganized living and working space. – Clear the clutter.  Get rid of stuff you don’t use.  Read David Allen’s book Getting Things Done for some practical organizational guidance.
  6. Your own tardiness. – Get up 30 minutes earlier so you don’t have to rush around like a mad man.  That 30 minutes will help you avoid speeding tickets, tardiness and other unnecessary headaches.
  7. Pressure to fit in with the crowd. – Oftentimes, the only reason others want you to fit in is that once you do they can ignore you and go about their business.  Don’t conform.  Be you, because that’s the only person you can be.
  8. An unhealthy body. – Your health is your life.  Don’t let it go.  Eat right, exercise and get an annual physical check-up.  The 4-Hour Body is an insightful and entertaining read on this topic.
  9. Fear of change. – Life is change.  Every day is different.  Every day is a new beginning and a new ending.  Embrace it and make the best of it.
  10. All work and no play. – Enjoy yourself and have a little fun while you can.  If you’re smiling, you’re doing something right.
  11. People or beauty ads that make you feel inadequate. – Good looks attracts the eyes.  Personality attracts the heart.  Be proud to be you.  You are already beautiful.
  12. Not getting enough sleep. – A tired mind is rarely productive.
  13. Doing the same exact thing over and over again. – You are the sum of your life experiences.  The more you experience, the more interesting your life story gets.
  14. Personal greed. – Don’t let greed and deceit get the best of you.  Greed will bury even the lucky eventually.
  15. A mounting pile of debt. – Always live well below your means.  Don’t buy stuff you don’t need.  Always sleep on big purchases.  Create a budget and savings plan and stick to them.
  16. Dishonesty. – Living a life of honesty creates peace of mind, and peace of mind is priceless.  Period.  Don’t be dishonest and don’t put up with people who are.
  17. Infidelity. – Intimate relationships are a sacred bond – a circle of trust.  If both parties aren’t 100% onboard the relationship isn’t worth fighting for.
  18. An unsafe home. – If you don’t feel safe at home you’ll never feel safe anywhere.  Build a loving household in a safe area that you are proud to call ‘home.’
  19. Being unprepared. – Life is unpredictable.  And there’s a big difference between being scared and being prepared.  Always be prepared.
  20. Inaction. – Either you’re going to take action and seize new opportunities or someone else will.  You can’t change anything or make any sort of progress by sitting back and thinking about it.

And remember, you only live once, but if you live it right once is enough.

Fonte: http://www.marcandangel.com

Gostaram?

Fui Ser Feliz

0 notas

Gosta de cerveja? Ama cerveja ? Costuma ir pro bar beber cerveja quando está cansado do trabalho? Sempre há alternativas melhores, tem gente recebendo bem para ser degustador de cerveja!!
Vá ser feliz!

Blog Fui Ser Feliz

Gosta de cerveja? Ama cerveja ? Costuma ir pro bar beber cerveja quando está cansado do trabalho? Sempre há alternativas melhores, tem gente recebendo bem para ser degustador de cerveja!!

Vá ser feliz!

Blog Fui Ser Feliz

0 notas

Continuação…

"Sarvodaya – o bem para todos

Sarvodaya pode ser traduzido como “o bem para todos”, “progresso para todos” ou “não
sofrimento”.

Tudo e todos estão inclusos, todos devem viver em harmonia.

Gandhi disse: “Se nós pudéssemos apagar todos os “Eu´s” e “Meu´s” da religião, política,
economia, etc, logo seríamos livres e traríamos o céu sobre a terra”.

Somos todos iguais, não existe último nem primeiro. Somos um conjunto de relacionamentos,
com o solo, a chuva, o ar, o sol, o produto, o produtor, o vendedor, o comprador… Todos os
seres tem um motivo para estarem aqui, todos tem sua função. As diferenças são bem vindas,
somos todos do mesmo mundo!

Como trazer o bem para todos? Devemos começar pelos mais pobres, os mais excluídos. E
para incluí-los, não devemos começar pelos livros e artigos… Temos que começar fazendo o
que eles fazem - identificando-nos com eles! Sendo a mudança que queremos ver no mundo.

3. Swadesh – quais são minhas necessidades?

Swadesh pode ser traduzido como “seu próprio local”, ou comece onde você está.
O seu local contem todo o universo. Seu corpo é o microcosmo do macrocosmo, no seu
organismo você tem tudo que todo o universo tem. Você é a totalidade!

Se você toma conta do micro, toma conta do macro. Amando uma pessoa, você está amando o
universo. Cuidando do seu espaço, você está cuidando do universo.

1-cuide do seu corpo

2-cuide da sua casa

3-cuide da sua vila

4-cuide do seu país

5-cuide do seu mundo

6-cuide do universo

POLÍTICA DESCENTRALIZADA: jogue uma pedra no oceano. Quanto mais próxima da pedra
esta a onda, mais forte ela é. Quanto mais distante da pedra, mais fraca é a onda.

Um conjunto de governos localmente bem gerenciados cria um mundo bem gerenciado.
Nossa economia globalizada é cheia de desperdícios. “Local é bonito” (Gandhi). Nós
importamos água de outros países…

Se você produz tudo que é possível localmente, reduz custos de transportes, reduz uso de
energia, reduz conflitos por energia, etc.

Globalização de arte, cultura, esporte e alguns bens que não podem ser produzidos em todo
mundo, ok. Mas precisamos nos perguntar: QUAL É A MINHA REAL NECESSIDADE? O que é
preciso e o que é supérfluo?

Qual é o custo para o planeta desta vida globalizada que estamos vivendo?

Alimento não é commodity. Alimento é para alimentar. A monocultura deixou os países
dependentes. O preço dos alimentos não deve ser negociado para favorecer os players do
mercado.

"Quem somos nós? Nós somos o povo, viemos aqui livremente como voluntários. Por que
estamos aqui? Estamos aqui porque queremos uma nova sociedade que dê mais prioridade à
vida que aos interesses econômicos” (Os Indignados - ocupantes das ruas da Espanha)

4. Swaraj – organize-se

Swaraj pode ser traduzido como se organize, governe-se, gerencie-se.

Não devemos esperar que os governantes e líderes façam a mudança. Somos todos líderes em
potencial. Todos temos dentro de nós a semente para mudar o mundo. Devemos ser parte da
solução, não parte do problema. Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo.

Como fazer esta transição?

1º: temos que aprender a nos comunicar. Se as pessoas não sabem do que estamos falando, a
sociedade não vai mudar. Cada um tem que encontrar a melhor maneira de se comunicar, seja
com discursos, música, livro, pintura, peregrinações…

2º: temos que aprender a nos organizar. Os movimentos devem ser organizados ou não
chegaremos a lugar nenhum. Para sermos líderes, temos que começar sendo líderes de nós
mesmos, líderes de nossa vida. Temos que cuidar do nosso corpo, da nossa mente e da nossa
alma. Se nos realizarmos e desenvolvermos, ficaremos fortes para cuidar do mundo.

O autoentendimento é o segredo para o autogerenciamento.

Somos um conjunto de vários relacionamentos, se você se conhece, consegue se relacionar.
A maioria dos problemas se dá porque não conseguimos estabelecer relacionamentos ideais -
com as pessoas e com o ambiente. Os problemas e conflitos vêm do subentendimento de nós
mesmos e dos outros.

Todas as pessoas são únicas e individuais, logo as relações não podem ser generalizadas.
O problema é que não estamos nos relacionando com uma pessoa, mas com a imagem que
fazemos desta pessoa. Se a imagem esta danificada, começam os conflitos. Imaginações
egoístas e confusas distorcem a realidade.

Você consegue ver você mesmo como você é, sem colocar em você alguma coisa que não
existe?

Você tem uma mente autêntica e original ou sua mente esta cheia de influências? Sua mente
consegue ver as coisas como elas são, sem distorcê-las?

A pureza da mente e dos meios é essencial para atingir seus objetivos.

A realização da verdade é a autorealização. Sem o entendimento de si, o indivíduo não
consegue fazer bem para a sociedade. Se você consegue fazer a diferença em si mesmo,
consegue mudar o mundo.

5. Satyagraha – insista na verdade

Satyagraha pode ser traduzido como acredite na verdade, insista na verdade e também como
o poder da alma.

Existem diferentes maneiras de mudar o mundo, mas todas devem ser sem violência.
Se formos comprometidos com a verdade, com o amor, e com a compaixão, estaremos
preparados para a mudança. O poder da não violência e da verdade é muito maior que o poder
das armas.

A mudança deve vir por meio de diálogo, persuasão, negociação.

Ao invés de apontar a raiva e o problema nos outros, veja o problema em você. Tenha
compaixão por todos, inclusive pelos seus oponentes, pois não existe legitimidade em uma
pessoa com raiva. Com raiva não é possível convencer ninguém.

FILOSOFIA BUDISTA: as decisões só podem ser tomadas se 100% dos monges concordarem. Se
1% não concordar, a decisão não é tomada. Pois se os 99% tem uma sólida razão para tal
decisão, ela é capaz de convencer 1%. Se 1% tem uma sólida razão, ela consegue convencer os
99%.

Como agir sem violência?

Primeiro é preciso estabilizar a mente. Aprender a se concentrar, deixar a mente pura.
Tirando as influências da mente, você consegue ver as coisas de forma autêntica, sem
distorção. Dessa forma, se relaciona melhor com o mundo, e consegue lutar contra os
problemas, sem violência. Treine sua mente para, ao invés de ficar com raiva, analisar o
problema racionalmente. Controle os pensamentos ruins para que a raiva não dure muito
tempo.

Tenha compaixão e perdoe-se para poder ter compaixão pelo mundo.

Cuide da sua mente e faça com que suas ações tragam bem para a sociedade.

Viva uma vida de verdade e não violência!

6. Tripé Solo – Alma – Sociedade

Cada um de nós é a ponte que conecta o tripé Solo – Alma – Sociedade (Soil - Soul – Society).

SOIL: representa a ecologia, a natureza. Se você toma conta do solo, o solo toma conta de
todo o resto… A natureza, assim como o ser humano, tem direitos. A natureza não esta lá
apenas para o uso humano. Devemos tirar da natureza apenas o que precisamos, sem
desperdícios.
SOUL: temos que cuidar da nossa alma para podermos cuidar do mundo. Beleza, compaixão,
verdade e amor são alimentos para a alma. Precisamos estar sempre apaixonados; quando
colocamos paixão no que fazemos conseguimos impressionar. Os movimentos devem ser
guiados pelo amor - amor pela natureza, amor pelo universo, amor pelas pessoas e amor por
nós mesmos.

Para levar espiritualidade para o mundo, dependemos de nossa motivação. Existem pessoas
que sempre reclamam e pessoas que sempre celebram. Se encararmos nossas dificuldades
como oportunidades, se usarmos a imaginação, se enxergarmos com os olhos da alma,
estaremos levando espiritualidade para o mundo. Não estou falando de religião, religião
segrega, espiritualidade une.

Se olharmos o mundo com espiritualidade, cresceremos em qualidade. Devemos celebrar a
vida, celebrar os problemas, celebrarmos relacionamentos… Quem está autorrealizado tem
todos os lugares preparados para si!

SOCIETY: somos um conjunto de relacionamentos. Temos que fazer o nosso melhor para
resolver os problemas da sociedade. Não precisamos nos preocupar com os resultados,
quando fazemos coisas boas, os resultados aparecem. Os problemas são bem vindos, assim
podemos usar nossa criatividade para resolvê-los.

7. Mensagem aos jovens

Ouvi no curso que os jovens estão egoístas e acham que podem fazer tudo sozinhos, que
acham que não precisam de ajuda. Que falta relação entre gerações.

Eu tentei nos defender… Eu sempre ouvi que precisava de marketing pessoal, que tinha que
aprender a me vender. Mas eu sempre quis agir com sinceridade, e às vezes parecia fraca. E vi
muitos jovens cometerem enormes erros por não querer demonstrar fraquezas. Hoje, se você
trabalha 3 anos em uma mesma área, é especialista. E as pessoas esperam que você saiba
tudo.

O que ouvi como resposta e compartilho com vocês é que, às vezes, precisamos deixar a
sociedade e sermos fortes como indivíduos. Mostrar que você não sabe e que precisa de ajuda
é agir com verdade e integridade.

Nosso sistema atual de educação é baseado em comparação e competição. Em uma
competição, você não olha para si e nunca se conhece. As pessoas são individuais e cheias de
potencial. Devemos ter uma real e não distorcida visão da inteligência e individualidade de
cada um.

8. Um pouco sobre mim

No começo do curso eu só pensava “Maneiro, mas e aí? Como??”. E este desconforto não era
só meu, várias pessoas queriam ver deste curso na prática. Até que Katie, uma das alunas,
marcou uma reunião depois do jantar para ouvir o que cada um estava pensando. E foi muito
inspirador! Sim, quase todo mundo tinha alguma idéia! Algumas idéias tinham algo em
comum, o que gerou grupos de discussões após esta reunião. Por isso decidi escrever um
pouco do que fiz e estou fazendo, e ficarei muito feliz de ouvir vocês também!

Às vezes você precisa mudar a sua vida devido a algum fator externo. A transição é difícil, mas
você tem a chance de se melhorar.

Em uma dessas transições, olhei para mim mesma e percebi que eu tinha muito o que mudar.
E meu trabalho potencializava minhas más qualidades. Eu estava me desenvolvendo
financeiramente, mas não como pessoa – famoso falso progresso! Eu estava me
transformando em uma pessoa egoísta, individualista e possessiva, entre outras coisas.

No meu último trabalho, fiz um projeto de logística reversa em que o objetivo era criar um
sistema logístico para resolver o problema do lixo no Brasil. Neste projeto, estudei sobre
políticas de redução, reuso e reciclagem. E no Brasil temos outro fator agravante: como não
temos empregos para todos, várias pessoas vivem do lixo. No lixo encontrar o que vestir, o que
comer e o que vender para conseguir sobreviver. Quando este projeto acabou, voltei a fazer
tradicionais projetos logísticos, para reduzir custos e aumentar a lucratividade de grandes
empresas. Eu vejo muito valor neste tipo de trabalho, tornar operações mais eficientes
significa minimizar desperdícios, mas eu não podia fingir que não tinha visto a difícil realidade
daqueles que vivem do lixo. Onde está o Sarvodaya?

Então decidi viajar para ver diferentes realidade, muitas vezes mais difíceis que a minha, e
acordar! Com apenas uma mochila e dois sapatos, e quem me conhece sabe que adoro
sapatos e roupas e variedade e etc. Quem diria, aqui estou eu! Sobrevivi todo esse tempo com
apenas algumas roupas. Uma das coisas que aprendi com as crianças da África do Sul foi a
resposta para a pergunta “Quais são as minhas reais necessidades?”. A única peca de roupa
que comprei foi um gorro de lã feito à mão porque estava congelando na fazenda! Ainda
acredito que as roupas são a arte de todo dia, mas não quero desperdícios… Swadesh!

Ouvi muita gente falar “mas precisa ir tão longe para fazer caridade?”. Quer saber a resposta?
Eu precisava sim! Ficar longe de todo mundo que eu conheço, ficar fora da minha zona de
conforto, viver culturas completamente diferentes, tudo isso fez com que eu me conhecesse.
Agora consigo me organizar. Conversar com pessoas completamente diferentes de mim fez
com que eu me entendesse. E me entendendo, sei como agir. Sei o que faz sentido para mim e
o que não faz. Pude rever meus valores, meus princípios. Pude pensar em que tipo de trabalho
me encaixo, em qual tipo de trabalho consigo dar o melhor mim, como posso desenvolver
minhas qualidades e tentar mudar o que não gosto em mim. Foi viajando que conheci o real
sentido da palavra Swaraj. E, se me permitem, encorajo todos vocês a seguirem o que acham
que vai lhes fazer bem, por mais que pareça loucura.

Agora, de volta ao mundo real, procuro a melhor maneira de viver Satyagraha. A primeira coisa
(e para mim mais difícil) é viver sem violência. Mas estou bem melhor! Passei por situações
difíceis e consegui dar risada da maioria delas. E estou tentando meditar para purificar a
mente. Percebi que música é minha meditação favorita! Acredito que o segredo é você
encontrar a melhor maneira de trazer paz para sua mente. Mas essa pureza vem com o tempo,
não consigo acordar pura. Está aí outra coisa que estou aprendendo - ter paciência! Estamos
vivendo da mesma maneira há anos, a mudança não virá da noite para o dia! Também estou
mais flexível, planejando menos e tirando uma carga de estresse desnecessária que eu estava
carregando. E estou bem menos fresca! Troquei fralda de bebe, limpei banheiro coletivo,
dormi em quarto sujo e com rato, e assim vai… Acho que posso fazer qualquer coisa agora! E
chegando na Tailândia me perguntaram se eu tinha alguma restrição alimentícia e eu disse “eu
só não como arroz”. Quem diria, só arroz! :)

De volta ao Brasil, ainda pretendo trabalhar com cooperativas e o problema do lixo. Quando
tentava explicar para meu ex-chefe o porquê que eu queria deixar o trabalho, cheguei a uma
boa conclusão. Geralmente, quem quer trabalhar com responsabilidade social e ambiental tem
dificuldade em ser prático e organizado (não estou generalizando, estou falando com base na
amostra que conheci..). Eu, ao contrário, consigo ter tudo planejado e estruturado, engenheira
que sou… Então acredito que tenho muito o que acrescentar trabalhando nesta área, e espero
mesmo conseguir fazer algo bom. Anda não tenho nada certo, preciso pensar com cuidado, e
se alguém souber de algo que possa me ajudar ou me inspirar, sou toda ouvidos!!

Bom, tudo isso para vocês verem que é possível mudar, precisamos de paciência e trabalho
árduo!

Obrigada pela paciência, espero que os conceitos ajudem de alguma forma na transição. E
espero ver cada um de vocês fazendo algo de bom por aí.

E meus sinceros e especiais agradecimentos a todos (e vcs sabem quem são) que de alguma
forma me apoiaram e me encheram de energia durante esta jornada!

Gostaram?

Blog Fui Ser Feliz

0 notas

Gandhi e a Globalização

Pessoal,

A história de hoje tem vários capítulos e é um texto que foi escrito após uma viagem feita por ela.

Globalização – a violência pós-moderna

Uma faca pode ser usada para cortar um legume ou matar uma pessoa. A liberdade do
capitalismo nos tornou egoísta. Com a globalização, todo mundo é puxado para fora sem
nunca olhar para dentro. Como consumidores, estamos sempre recebendo informações de
fora do mercado. O discernimento do que é necessidade foi destruído.

Vivemos o século de maior violência. Temos uma enorme disparidade econômica. A água, a
comida, o ar estão poluídos. Em pouco tempo estaremos vendendo oxigênio em garrafas
plásticas. As guerras não acabam quando o objetivo é atingido, existe o mercado da guerra.
Ninguém confia em ninguém, todos são suspeitos.

A produção é maior que a necessidade de consumo. Os produtores fabricam para satisfazer as
necessidades dos consumidores, mas os consumidores não sabem quais são suas reais
necessidades. Estes sempre se baseiam no que os outros têm. E consumir além do seu limite
implica em tirar o direito de outras pessoas consumirem.

Vivemos em um mundo de competição. Tendo-se competição, não se tem cooperação. Se não
tem cooperação, não tem paz. Se não tem paz, ninguém se completa. Tem sempre um
vencedor e um perdedor. A sociedade ficou doente e egoísta. Temos pessoas individualistas
que não conseguem pensar individualmente.

Precisamos descolonizar a nossa mente. Precisamos de coragem, resiliência e novas idéias
para a mudança, sem falso progresso. Estávamos considerando apenas o progresso
econômico, sem levar em consideração as pessoas e o ambiente. Mas temos que buscar o bem
coletivo, sem exclusão.

A filosofia de Gandhi para independência da Índia tem 4 conceitos chave: Sarvodaya, Swadesh,
Swaraj e Satyagraha. Estes conceitos são mais relevantes do que nunca para encontrarmos
maneiras de viver pacificamente, de forma equitativa e sustentável. A terra tem o suficiente
para a necessidade de todos, mas não para a ganância de alguns.”

Amanhã tem a parte 2!

Gostaram?

Fui Ser Feliz

0 notas

Glória

Uma agência sem rótulos. Essa é a história da Glória.

Dá só uma olhada na história do Lucas e do Rafa.

Para concorrer com agências grandes e famosas, dois jovens empreendedores se
valeram da própria experiência e de todo um desejo de trabalhar e evoluir na profissão.
Juntaram forças, superaram obstáculos, correram atrás daquilo que não era uma
brincadeira, mas, sim, um compromisso com clientes, amigos, inspiradores e parceiros.

Lucas Brasil e Rafael Godoi são os jovens sócios da Gloria Brasil Comunicação e
mostram que, com apenas um ano e meio de história no mercado publicitário, o respeito
e o reconhecimento dos clientes já estão plenos e tendem a aumentar a cada dia.

“O que nos uniu foi querer fazer uma propaganda diferente. O modelo de agência hoje
é focado em mídia. A gente começou a ver que existiam outros caminhos. Em grandes
estruturas, você fica preso, tem uma ideia no atendimento, mas até ela chegar à criação,
o concorrente já fez. Nós queremos e fazemos diferente, fomos buscar referências e,
então, nosso mundo se abriu”, conta Rafael.

Há dois anos e meio, os sócios pensavam em como estruturar o próprio negócio e
buscaram a orientação de Marcel Fleischmann, grande empresário e amigo. “Fomos
completamente descomprometidos bater um papo com o Marcel e contamos nossas
angústias com as empresas para as quais havíamos trabalhado. Ele tem larga experiência
com agências, então nos falou da visão do outro lado do balcão, o que ele achava
interessante uma agência oferecer e nunca ofereceu”, conta Lucas.

O próximo passo foi ordenar as coisas e ir para Londres. Na capital inglesa, os dois
tiveram contato com a Naked, uma agência que já conheciam e de cujo trabalho
gostavam muito. Conseguiram trabalhar na empresa e ficaram encantados com o
desenvolvimento, mas perceberam que os meios aplicados por lá ainda estavam
distantes daqueles empregados aqui. Eles são muito extremistas, se sentam com o
cliente em uma reunião, escrevem uma ideia no papel, falam o preço, se levantam e vão
embora.

“Nós começamos a extrair o que gostaríamos de trazer para cá; começamos a ver que
eles focam muito em planejamento e que o pensamento, as ideias valem muito mais
que a forma. Se a ideia for gerar uma campanha de mídia impressa, uma ação no ponto
de venda, um desenvolvimento de produto, uma campanha de internet, tanto faz, eles
pensam primeiro na ideia. Isso que trouxemos para cá”, explica Lucas.

Após essa experiência, a dupla voltou ao Brasil, pediu demissão do emprego e, em
companhia de Marcel Fleischmann, buscou outras referências, dessa vez na Argentina,
onde a criação é valorizada ao extremo e os profissionais são muito inventivos. Depois
de aprender o modo de trabalho das pessoas e de juntá-lo às experiências anteriores
em agências de publicidade, estava na hora de elaborar os planos para a Gloria Brasil
Comunicação e de pôr em prática todos os projetos e ensinamentos.

O primeiro passo foi desenvolver um “bussiness plan” bem extenso e transformá-
lo em uma apresentação para os futuros clientes. “Começamos a trabalhar com uma
rede de calçados, nosso primeiro job. Fizemos um bom trabalho, de pensamento,
de planejamento muito forte e agradamos muito. Eles acabaram comprando e
desenvolvemos todo o projeto. Isso serviu como estímulo e foi um grande teste para
a gente”, relembra Lucas. Nessa época, a agência era composta por apenas quatro
pessoas, e o trabalho executado era justamente o que o cliente precisava.

Apesar do sucesso com o primeiro trabalho, alcançar a credibilidade foi um processo
difícil, principalmente por causa da idade – Lucas tem 27 anos, e Rafael, 25. Sem
desanimar diante dos obstáculos, a dupla seguiu em frente e provou que é possível
desenvolver um trabalho sólido e se destacar, apesar dos preconceitos. Tanto é que no
portfólio da agência existem hoje clientes como OAS, HBO, Mercedes Benz, e outros
grandes.

O aprendizado resultante das empreitadas internacionais, segundo Rafael, é de que
dá para aplicar no Brasil muito do que foi visto no método de trabalho das agências
estrangeiras, tanto do lado positivo quanto do lado negativo. No entanto, ao invés
de aplicar todos os procedimentos vistos durante as duas vivências, a Gloria Brasil
percebeu que o país ainda não estava preparado para modos tão inovadores e diferentes
de trabalhar. Então buscou um jeito próprio: “Aqui não há hierarquia. Num projeto,
todos têm voz igual e trabalham da mesma maneira. É claro que na hora de tomar
decisões estratégicas da empresa, os sócios é que atuam, mas na hora de tomar decisões
em relação ao cliente, é o conjunto. Assim as pessoas se sentem parte do negócio”,
explica Rafael.

Os sócios têm gás, trabalham muitas horas por dia e ampliam seus projetos, buscando
sempre ser referência no mercado. Tanto na publicidade, quanto em outras áreas.



Por Michelle D’Agostino

Gostaram??

Olha só que bacana um dos anúncios conceito da agência

Agora corre pra curtir a página deles no FB e ficar por dentro de tudo que acontece por lá:http://www.facebook.com/gloriabrasil

O blog deseja muito mais sucesso pro Rafa e pro Lucas e obrigada por compartilhar a história com a gente!

Blog Fui ser Feliz

0 notas

Desabafo

Vi esse desabafo no blog (http://publicitariopobre.com/2012/02/27/nao-quero-mais-publicidade-o-desabafo-de-uma-publicitaria/ ) e queria dividir com vocês com o pensamento: esse é um relato pessoal dado a experiência que a Ana passou, posto aqui com a certeza de que cada um é cada um e é possível sim ser feliz sendo publicitário, só é preciso saber buscar o emprego ou forma de trabalhar que te tragá satisfação.

Não quero mais publicidade!!!

Lembro como se fosse ontem quando eu prestei vestibular para Publicidade e entrei na faculdade, foi muito emocionante, eu me encantei com as primeiras aulas e cada dia que passava eu tinha a certeza que tinha escolhido a profissão certa, adorava (quase) todos os professores e disciplinas.

     Realmente na TEORIA( deixo bem claro TEORIA e não PRÁTICA) publicidade e marketing são muito legais, construtivos e nos fazem refletir muito sobre o ser humano, e suas necessidades e desejos, o mundo em que vivemos, as relações interpessoais e o capitalismo, sim esse modelo de sociedade que estamos inseridos.

     A publicidade faz girar a economia do Brasil e do mundo, interessante saber que ao mesmo tempo em que instiga o consumo ela gera empregos e movimenta o nosso PIB.

     Hoje após quase 6 anos de formada, já trabalhei em agências de publicidade e de eventos, além de departamento de marketing da empresas e posso afirmar com propriedade que o aprendizado da faculdade ficou apenas lá, você até tenta colocar em prática, mas a todo tempo alguma criatura bizarra ( seu chefe ou o(s) cliente(s) irão te censurar), julgando um absurdo o que você aprendeu durante 4 anos no banco da Universidade, e fazendo prevalecer a vontade soberana dos clientes que acham que fazer publicidade e propaganda é igual a fazer pastel( tudo para o mês passado, tudo é urgente e parece que se o job não for entregue nos prazos surreais estipulados, que eles pessoas desinformadas que não tem idéia do tempo real que se leva para criar algo descente e estão ocupando cargos de alto escalões nos departamentos de marketing das empresas, ainda acham que sabem mais do que você ou de seus colegas de serviços, e sabe por que? Porque se julgam os donos da razão porque estão PAGANDO, simples assim. Você fornecedor publicitário não passa de um simples empregadinho de clientes cada vez mais tiranos, muitas vezes pessoas com outras formações que fizeram uma especialização qualquer em marketing e se acham os maiores entendedores de comunicação.

Ah, faça-me o favor, é por isso que propagandas como as mais lindas e marcantes da década de 90, que estão frescas em minha memória certamente na de vocês devido à qualidade incontestável, com apelos lúdicos e emotivos infelizmente não existem, e no ritmo que vai desse imediatismo insano e do espetáculo apelativo a todo custo da sociedade que vivemos, nunca mais vão aparecer (salvo pouquíssimas exceções que no momento não lembro de nenhuma para utilizar de exemplo.

Tudo bem que a publicidade está seguindo tendências da nossa sociedade que se modificou drasticamente nos últimos anos, deve ser por isso que a qualidade caiu em escalas absurdas, hoje em dia dá vergonha de dizer que sou publicitária, sabe por que meu amigo? Porque você além de ser muito mal remunerado, trabalha como escravo sendo obrigado a executar milhares de coisas ao mesmo tempo, sendo todas urgentes, caso de vida ou morte, convive com pessoas desequilibradas, agüenta insultos e grosserias de tudo quanto é parte, desenvolve sobre protesto muitas coisas que sabe que não estão certas, sabendo que o cliente está rasgando dinheiro, e mesmo assim para salvar o seu ínfimo salário no final do mês se submete a coisas que em sã consciência sabemos que não valem à pena.

Amor a profissão, ao ideal da publicidade, ao serviço que prestamos à sociedade? Não sei, só sei que os empresários do setor estão inflando cada vez mais seus patrimônios à custa de assistentes, analistas júnior, plenos e seniores que estudaram publicidade com o ideal de reviver as propagandas dos anos 90, que não existem mais.

Triste, saudosista, agoniante? Pode ser, mas com certeza é realista, e espero que sirva de alerta para os desavisados que estão pensando em fazer publicidade, meu conselho, ou mude de área ou abra seu próprio negócio, que pelo menos se você tiver que engolir sapos, pelo menos com uma remuneração condizente ao seu esforço e dedicação, mas, por favor, não vá tratar seus empregados como você já foi tratado.

Ana Paula Sant´Anna Lentino”

Fui Ser Feliz